Conferência Mundial da Juventude 2010: Declaração de Guanajuato
A Conferência Mundial da Juventude 2010 conseguiu reunir na cidade de León, Guanajuato (México) 112 delegações do mesmo número de países para analisar a situação atual da juventude face os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio para 2015.
Um Nobel mexicano
Alfonso García Robles nasceu aos 20 de março de 1911 em Zamora, Michoacán, México. Formou-se advogado pela Universidade Nacional Autônoma do México e fez estudos de pós-graduação na Universidade de Altos Estudos Internacionais de París, em 1936. Representou o seu país na Suécia entre 1939 e 1941. García Robles foi nomeado embaixado no Brasil a partir de 1962 até 1964, ano em que recebeu o cargo de Ministro das Relações Exteriores.
México: Grupo com 17 imigrantes é seqüestrado
Um grupo com 17 imigrantes foi seqüestrado por traficantes de pessoas na fronteira com os Estados Unidos. Um imigrante libertado denunciou às autoridades que «há 17 reféns em uma casa», em Tijuana.
Leandro Martínez, 38 anos, relatou que os traficantes de pessoas o mantiveram em cativeiro durante dez dias, mas não soube dizer há quanto tempo os demais foram seqüestrados.
Restos de heróis nacionais são analisados por ocasião do Bicentenário da Independência
Os restos de 12 heróis nacionais mexicanos, protagonistas da luta pela independência, foram exumados, na tentativa de finalizar com pelo menos oito décadas de incertezas e de dúvidas sobre a sua verdadeira identidade. Numa cerimônia na qual participou uma multidão emocionada, presidida pelo presidente Felipe Calderón, os restos dos heróis foram levados desde o mausoléu de “El Ángel”, o monumento dedicado à independência na central Avenida Reforma da Cidade do México, rumo ao próximo Castelo de Chapultepec, onde serão examinados.
Raízes negras. Estudos resgatam contribuição africana no México*
Com 4 metros de altura, corpo robusto e pele escura, ele empunha um machado gigante no alto de um pedestal enfeitado com canas-de-açúcar de metal. Chama-se Yanga, o escravo negro que liderou uma revolta no século 17.
Hoje, Yanga dá as boas-vindas a quem chega à cidade, que leva o seu nome, nas montanhas de Veracruz. A lenda conta que ele era um príncipe dinka do Alto Nilo. Certa vez, para dar provas de sua valentia, lutou sem armas contra um um leão.
Povos: raízes negras e contribuição da cultura africana no México*
Com 4 metros de altura, corpo robusto e pele escura, ele empunha um machado gigante no alto de um pedestal enfeitado com canas-de-açúcar de metal. Chama-se Yanga, o escravo negro que liderou uma revolta no século 17.
Hoje, Yanga dá as boas-vindas a quem chega à cidade, que leva o seu nome, nas montanhas de Veracruz. A lenda conta que ele era um príncipe dinka do Alto Nilo. Certa vez, para dar provas de sua valentia, lutou sem armas contra um um leão.
A riqueza dos ovos fritos
Sou noviço comboniano, maranhense, e moro em Sahuayo, México. Fui enviado a Guerrero, um dos estados mais pobres ao sul do país, para uma experiência de missão entre os indígenas Mixtecos numa região de montanha. Partilho com vocês um pouco do que vivi e o que penso sobre a vida missionária.





